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05/07/2016

O Zika vírus e o grande surto de microcefalia

Por Centro Vocacional

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Créditos Imagem: http://www.publikador.com/politica/deputado-federal-luiz-lauro-filho/a-importancia-da-politica-nacional-de-combate-a-dengue–chikungunya-e-zika-

Em 1947 na floresta de Zika, em Uganda, país do continente africano, foi identificado pela primeira vez entre os primatas um vírus transmitido por meio da picada de mosquitos e da  relação sexual. O vírus recebeu o nome da floresta, e assim surgia, o hoje, tão temido Zika vírus. Neste contexto, o ser humano passa a ser um hospedeiro acidental do vírus, antes restrito aos macacos.

Embora não cause nenhuma consequência no macaco, o vírus atinge os humanos, causa a doença e complicações ainda não determinadas em sua complexidade. A doença antes restrita ao sudeste asiático e ao continente africano, chegou à América do Sul provavelmente em 2014, causando um surto a partir do ano de 2015, especialmente na região Nordeste. Segundo Cláudio Maierovitch, diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, a partir do momento da constatação da interligação do vírus com o crescente número de casos de microcefalia, o seu combate e tratamento passou a ser a grande preocupação da saúde no país.

Atualmente, mais de um ano depois do início do surto do vírus, nota-se uma preocupação muito maior das pessoas com os hábitos para impedir a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, bem como para evitar o contato com o vírus. A microcefalia relacionada ao Zika vírus é de fato o maior problema de saúde da história recente de nosso país, e toda e qualquer iniciativa que possa ser feita para amenizá-lo é válida; sempre com ciência que o primeiro responsável pela não proliferação do mosquito portador do vírus somos nós.